terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Antes de clássico, Barcelona destaca importância de R10 para o clube

Há sete anos, o Barcelona já era mais do que um clube, mas não exatamente um time. O famoso lema do Barça ("més que un club", no original, em catalão) soava mais como um grito de orgulho ferido pelos anos à sombra do maior rival do que como manifesto de um clube exemplo a ser seguido. Até o Barcelona ser salvo por um brasileiro. Nas palavras de jogadores, dirigentes e torcedores, o melhor time do mundo de hoje em dia não seria o que é não fosse por Ronaldinho Gaúcho. A dúvida é o que teria acontecido se ele continuasse por lá.


Poucos têm tanta autoridade para falar sobre o Barcelona do que ele, recordista em partidas pelo clube (400) e um dos símbolos do time atual que encanta o mundo. Mas até a chegada de Ronaldinho, atualmente sem saber se continua ou não vestindo a camisa 10 do Flamengo, Xavi havia conquistado apenas um título (o Campeonato Espanhol, em 1999) em seis anos como profissional. No mesmo período, o arquirrival Real Madrid vencera duas Ligas dos Campeões, mais do que o Barça em toda a sua história até então, além de outras quatro taças. Além disso, aplicara um duro golpe nos barcelonistas ao tirar do Camp Nou o português Luís Figo. Ou seja, uma época na qual o Barcelona, diferentemente de hoje em dia, estava "acostumado" a perder para o Real Madrid.


Fonte:globoesporte.com

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